terça-feira, 20 de dezembro de 2016

A MÃE DE TODOS OS MALES:

A MÃE DE TODOS OS MALES:


A violência é uma “virtude” psicológica, sendo igualmente a ciência da destruição, trazendo consigo uma série de problemas matemáticos, físicos e químicos a serem descobertos e solucionados por meio da integração adequada e coordenação dos homens e das armas, no tempo em que vive e no espaço o qual domina, entretanto, ao cometê-la, pratica o maior dos crimes sociais, morais, intelectuais, físicos e tantos outros, contudo, não há agressor que não camufle seu crime, como se o estivesse exercendo com o pretexto da justiça.
Toda pessoa que age assim, alega estar agindo defensivamente, ou seja, se a defesa é o melhor ataque, ataque! E assim estará se defendendo da violência, porém, tanto a violência como a guerra, bem como o crime em seu sentido mais amplo, não pode ser dissociado um do outro, bem como da política nem por um momento, quando esta acontece desta forma, é a própria sociedade moderna, em seu mais alto grau e teor de ineficiência, que a faz surgir do nada absoluto.
Contudo, existe uma TESE ditada por filósofos, de estes possuírem algum interesse especial na guerra, esta filha bastarda e covarde da violência, que é o dela resistir praticamente a todos os fatos. Alguns estudiosos afirmam a sandice que só é permitido matar na guerra. Ledo engano. Matar na guerra não é mais civilizado do que cometer um homicídio em via publica. 
O maior desejo para o ser humano em geral, seria ver esta praga da humanidade, extirpada da face da terra, já que qualquer um de nós tem o dever primordial de pregar a paz e desejar que nossos filhos desfrutem de um mundo mais justo e civilizado. Da mesma forma que um capitão de um navio, de evitar com todas as suas forças e competência, evitar que sua embarcação encontre seu fim em um naufrágio.
A violência ao gerar a guerra faz com que só tenhamos uma coisa a fazer. Ela tem de ser vencida. A derrota acarreta coisas piores que a que se originam em toda guerra, pois para a vitória não existe substituto. Uma guerra sugere decisão, a derrota, jamais. Sugere igualmente desafio e seja lá quem vencer,
Levará a cabeça a coroa da vaidade e da soberba, tendo o fascínio que nos leva a crer estarmos assistindo a encenação de um dos grandes clássicos da literatura universal: Guerra e Paz, na sua mais perfeita versão teatral.

Marcelo Motta..

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